Este trabalho visa refletir sobre a importância das economias informais na produção do espaço, por meio de uma revisão bibliográfica sobre o tema. Valoriza os circuitos econômicos locais como relações onde aqueles excluídos da economia formal podem construir solidariedade em meio à constante tensão com agentes de regulação institucional e atores privados. Essa abordagem teórica explora o contexto e a emergência da perspectiva das economias informais, que se baseia nas práticas econômicas espaciais dos empobrecidos, propondo também um quadro conceitual e uma tipologia para a compreensão de uma geografia das economias informais. Nesse sentido, a questão norteadora desta investigação é: as economias informais são a expressão da geografia dos excluídos? Como podemos construir uma geografia das economias informais? Quais conceitos e propostas abrangentes podem ser apresentados a partir de uma perspectiva da geografia crítica? Espera-se que esta pesquisa contribua com elementos conceituais para relacionar a ciência geográfica às economias informais.
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